segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Simonton: Perfil de um pioneiro

Rev. Alderi Souza de Matos
Um personagem só pode ser compreendido se levarmos em conta sua formação, as influências que recebeu, os fatores que contribuíram para moldar sua personalidade e seu caráter. O primeiro dado importante acerca do rev. Simonton é sua nacionalidade. Quando ele nasceu (1833) em West Hanover, na Pensilvânia, os Estados Unidos era m ainda uma nação jovem, tendo conquistado a independência há pouco mais de meio século.
O novo país se orgulhava de suas instituições democráticas, de seu apego às leis, de seu sistema educacion al, de seu progresso econômico e social. Ao mesmo tempo, havia tensões crescentes: as diferenças entre o Norte o Sul, o problema da escravidão, o aumento da imigração católica. Esses fatores marcaram profundamente o jove m Simonton à medida que se preparava para a vida adulta, como se pode perceber em seu diário.
Outra influência fundamental foi a fé presbiteriana que herdou de seus pais, descendentes dos célebres esc oceses-irlandeses. Sua mãe era filha de um pastor e seu pai um honrado médico e homem público, tendo represent ando seu estado no Congresso americano, em Washington. O casal deu ao filho caçula Ashbel e a seus muitos irmã os uma educação aprimorada, marcada por sólidos valores éticos e religiosos.
Um terceiro fator que marcou a trajetória de Simonton foi a tradição puritana, tão importante na história dos Estados Unidos. Um legado dessa tradição foi o grande fervor espiritual, a intensa busca de comunhão com D eus que contribuiu para os freqüentes avivamentos da época. Em um deles, ocorrido em 1855, o jovem presbiteria no se converteu e sentiu despertar em seu íntimo a vocação ministerial, ingressando no Seminário de Princeton.
Outro elemento significativo de sua formação resultou de uma mescla dos anteriores. Desde o início, os ame ricanos se sentiram um povo especialmente aquinhoado por Deus, escolhido para levar a outras nações os mesmos benefícios que havia recebido. Essa convicção, mais tarde denominada ?destino manifesto?, se associou aos aviv amentos para produzir um extraordinário movimento missionário de âmbito mundial que se estendeu por todo o séc ulo 19 e o início do século 20. Atraído por essa visão durante os estudos teológicos, Simonton desistiu de ser um pastor em seu próprio país e resolveu dedicar-se à causa das missões estrangeiras.
Assim sendo, o jovem pregador, que chegou ao Brasil no dia 12 de agosto de 1859, estava bastante preparado e motivado para seu difícil trabalho. Tinha excelente formação intelectual, um caráter íntegro e grande entusiasmo pela tarefa que entendia ter recebido de Deus. Vencidos os desafios iniciais de aprender o idioma e se adaptar a uma cultura tão diferente da sua, ele se lançou com afinco à sua missão. Metódico, operoso e perseverante, Simonton lançou em poucos anos as bases do presbiterianismo brasileiro, criando várias estruturas pioneiras: a primeira igreja (1862), o primeiro jornal (1864), o primeiro presbitério (1865) e o primeiro seminário (1867). Apesar da grande dor que sentiu ao perder a jovem esposa, reuniu forças para dar continuidade às suas atividades evangelísticas e pastorais, encerrando sua carreira prematuramente aos 34 anos de idade (1867), na cidade de São Paulo, vitimado pela febre amarela.
Não sabemos o que mais Simonton teria realizado se tivesse tido uma vida mais longa. É razoável supor que, sob sua liderança prudente e equilibrada, a caminhada da nova igreja teria sido mais tranqüila e talvez a divisão de 1903 não viesse a ocorrer. Mas isso é entrar no terreno das conjecturas. O importante, ao comemorarmos o 149º aniversário da chegada desse missionário fundador ao Rio de Janeiro, é lembrar com gratidão seu idealismo e desprendimento, seu amor pelo povo brasileiro, sua profunda dedicação a Cristo e ao projeto de vida que abraçou. A Igreja Presbiteriana do Brasil terá muito a se beneficiar se os seus líderes, ministros e membros forem imbuídos desse mesmo espírito, o que irá resultar em maior coerência e fidelidade no cumprimento de sua missão na sociedade brasileira.
domingo, 8 de março de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Retiro!

Nosso retiro foi uma benção!!
Passamos ali 5 dias muito abençoados por Deus, onde podemos desfrutar da comunhão com os irmãos e do amor de Deus, que se revelou a nós atravez de uma natureza exulberante...
Não podemos esqueçer da benção que foi o evangelismo realizado em uma comunidade próxima.
breve estaremos postando fotos!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Boas razões para acreditar em Deus

Deus Existe ? Relato de um cientista
Razões para Crermos em Deus
Por A. CRESSY MORRISON Ex-presidente da Academia de Ciências de Nova York
"NÓS AINDA ESTAMOS NO AMANHECER da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.
Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.
Eis algumas razões para minha fé:
Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.
Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.
Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso.
Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.
Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.
A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.
Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta "vida eterna" nos esquente só o suficiente!
Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.
A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo.
Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.
Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.
Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.
É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente. É cientificamente comprovado, o que o salmista disse:
"Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos."
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
A Mordomia do Tempo
Pb. Newton Roberto S. Romero - 8ª IPB Belo Horizonte
O tempo passa depressa, murmuram alguns. Não tenho tempo, reclamam outros. Meu dia não dá para nada, afirmam muitos. Onde está o problema? Será que no ritmo de vida em que estamos inseridos, o tempo é o responsável, o culpado, por não conseguirmos fazer tudo o que queremos? É claro que não. Quando Deus concedeu a cada um de nós o fôlego de vida (Gn. 2:7), fez um depósito de valor desconhecido em conta corrente numa moeda que convencionamos chamar de tempo, para o que estabelecemos medida em anos, meses, dias, horas, minutos, segundos. Todos nós, independentemente de posição social, bagagem cultural, títulos, posses, raça, credo, recebemos um certo montante de crédito. A partir do momento em que nascemos, continuamente efetuamos saque nesta conta corrente, sem sabermos o saldo que resta. Por isso, alguns são surpreendidos porque inesperadamente o saldo zerou, tendo a morte chegado, a nosso ver precocemente, pois na nossa medida de tempo, foi muito cedo. Para outros, parece que o tempo não importa, é um recurso inesgotável, havendo até os que defendem o estilo “deixa a vida me levar”, como se fosse um avestruz com a cabeça enterrada para tentar escapar da realidade. Algumas coisas que precisamos saber sobre o tempo, como segmentos de vida:
1. É um dom de Deus. Como afirmou o apóstolo Paulo, discursando perante os cultos atenienses, a vida procede de Deus (At. 17:25) e é a Ele que devemos prestar contas, uma vez que o corpo volta à terra, mas o espírito a Deus, que o deu (Ec. 12:7). Como haveremos de comparecer diante daquele que nos concedeu um bem tão grandioso para administrar? Como teremos gasto o depósito único, efetuado quando nascemos? O que teremos para apresentar como produto de nossa vida? É nosso papel aplicarmos o nosso entendimento, a nossa dedicação, o nosso empenho, na correta utilização do tempo, sabendo que por ele teremos que prestar contas a Deus (Ec. 11:9).
2. É um recurso finito. A vida é composta por unidades de tempo. Tudo o que fazemos custa tempo. Logo, custa pedaços de vida. Para alguém assistir uma partida de futebol num estádio, gasta, no mínimo, 4 horas da vida. Para um profissional receber o salário, gasta mensalmente cerca de 180 horas da vida. Para um estudante se graduar em um curso superior, gasta em torno de 8.000 horas da vida. Não há reposição para os saques realizados na conta corrente da vida. O Senhor Jesus, no Sermão do Monte, nos ensinou que por mais ansiosos que estejamos, nada podemos acrescentar na duração da nossa vida (Mt. 6:27). Moisés, declarando a efemeridade da vida (Sl. 90:5,6), orou ao Senhor para que nos ensinasse a contar os dias, para que alcancemos coração sábio (Sl. 90:12). Valorizemos o tempo como um bem precioso que temos para administrar, gastando-o no que possa trazer bons frutos para nós, para a nossa família, para o reino de Deus e para a sociedade em que vivemos.
3. Temos que fazer escolhas. O que vamos fazer com o tempo, ou com a nossa vida, depende de priorizarmos algumas coisas em detrimento de outras. A decisão é nossa, mas a sabedoria vem de Deus. Salomão, o homem mais sábio que já existiu (I Rs. 3:11,12), deixou-nos registrado que há um tempo certo para todas as coisas debaixo do céu (Ec. 3), ou seja, devemos optar enquanto estamos vivos. Precisamos estar atentos ao tempo sobremodo oportuno, como Paulo nos ensina, que é o hoje, o agora (I Co. 6:2), uma vez que o ontem não o temos mais e o amanhã não sabemos se o teremos.
4. Ainda dá tempo. Uma coisa é certa: o tempo que gastamos não é reposto, não importa de que forma o utilizamos. Mas se estamos aqui, é porque ainda temos saldo na conta corrente da vida. E isto é o que nos dá esperança, porque há um convite para cada um de nós, para que possamos rever as nossas prioridades, mudar a nossa escala de valores, abandonar nosso antigo proceder, com a promessa de que comeremos do melhor desta terra (Is. 1:18-19). O próprio Senhor Jesus afirma que está à porta, pronto para cear com aquele que o ouvir (Ap. 3:20). Que privilégio!
Seja um servo fiel, administre bem o seu tempo, não gaste sua vida irresponsavelmente, seja produtivo, para que você possa dizer como o apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo: “... porque sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (II Tm. 1:12).
1. É um dom de Deus. Como afirmou o apóstolo Paulo, discursando perante os cultos atenienses, a vida procede de Deus (At. 17:25) e é a Ele que devemos prestar contas, uma vez que o corpo volta à terra, mas o espírito a Deus, que o deu (Ec. 12:7). Como haveremos de comparecer diante daquele que nos concedeu um bem tão grandioso para administrar? Como teremos gasto o depósito único, efetuado quando nascemos? O que teremos para apresentar como produto de nossa vida? É nosso papel aplicarmos o nosso entendimento, a nossa dedicação, o nosso empenho, na correta utilização do tempo, sabendo que por ele teremos que prestar contas a Deus (Ec. 11:9).
2. É um recurso finito. A vida é composta por unidades de tempo. Tudo o que fazemos custa tempo. Logo, custa pedaços de vida. Para alguém assistir uma partida de futebol num estádio, gasta, no mínimo, 4 horas da vida. Para um profissional receber o salário, gasta mensalmente cerca de 180 horas da vida. Para um estudante se graduar em um curso superior, gasta em torno de 8.000 horas da vida. Não há reposição para os saques realizados na conta corrente da vida. O Senhor Jesus, no Sermão do Monte, nos ensinou que por mais ansiosos que estejamos, nada podemos acrescentar na duração da nossa vida (Mt. 6:27). Moisés, declarando a efemeridade da vida (Sl. 90:5,6), orou ao Senhor para que nos ensinasse a contar os dias, para que alcancemos coração sábio (Sl. 90:12). Valorizemos o tempo como um bem precioso que temos para administrar, gastando-o no que possa trazer bons frutos para nós, para a nossa família, para o reino de Deus e para a sociedade em que vivemos.
3. Temos que fazer escolhas. O que vamos fazer com o tempo, ou com a nossa vida, depende de priorizarmos algumas coisas em detrimento de outras. A decisão é nossa, mas a sabedoria vem de Deus. Salomão, o homem mais sábio que já existiu (I Rs. 3:11,12), deixou-nos registrado que há um tempo certo para todas as coisas debaixo do céu (Ec. 3), ou seja, devemos optar enquanto estamos vivos. Precisamos estar atentos ao tempo sobremodo oportuno, como Paulo nos ensina, que é o hoje, o agora (I Co. 6:2), uma vez que o ontem não o temos mais e o amanhã não sabemos se o teremos.
4. Ainda dá tempo. Uma coisa é certa: o tempo que gastamos não é reposto, não importa de que forma o utilizamos. Mas se estamos aqui, é porque ainda temos saldo na conta corrente da vida. E isto é o que nos dá esperança, porque há um convite para cada um de nós, para que possamos rever as nossas prioridades, mudar a nossa escala de valores, abandonar nosso antigo proceder, com a promessa de que comeremos do melhor desta terra (Is. 1:18-19). O próprio Senhor Jesus afirma que está à porta, pronto para cear com aquele que o ouvir (Ap. 3:20). Que privilégio!
Seja um servo fiel, administre bem o seu tempo, não gaste sua vida irresponsavelmente, seja produtivo, para que você possa dizer como o apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo: “... porque sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (II Tm. 1:12).
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Nosso Programa de Rádio
Olá pessoal,
Fiquem por dentro do nosso programa de rádio diário.
Sintonize e seja tremendamente abençoado.

Dica: Chame seu vizinho, amigo, amiga para ouvir junto com você.
até mais pessoal
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Reunião do Presbitério
Acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de dezembro na Igreja Presbiteriana Jardim das Oliveiras em Itabuna a reunião do Presbitério de Itabuna (PITB) onde estarão sendo traçados os planos e as metas para o ano de 2009.
Em breve estaremos postando aqui todas as resoluções.
Vamos orar para que Deus esteja ne frente dessa reunião e que tudo seja feito apenas para a honra e a glória D'Ele e que essa obra possa crescer a cada dia.
até mais.
Em breve estaremos postando aqui todas as resoluções.
Vamos orar para que Deus esteja ne frente dessa reunião e que tudo seja feito apenas para a honra e a glória D'Ele e que essa obra possa crescer a cada dia.
até mais.
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